Quinta-feira, Setembro 25, 2003
Não sei o porquê mas...
Ás vezes fraquejo. Não é de propósito mas sinto-te a falta...e isso é tudo.
Quarta-feira, Setembro 24, 2003
Quanto a mim...
Quanto a mim estás na mesma. Continuo a chegar aqui na ansia de te ler...
Domingo, Setembro 21, 2003
Este tfn blogga e eles facturam! Oh meu Deus!
Segunda-feira, Setembro 15, 2003
DASSE
Há dias de manhã, que à tarde, não se pode sair à noite...
Missy: escreve...Tenho saudades de te ler...O Alverca empatou e a Angela foi ver...comigo :)
Missy: escreve...Tenho saudades de te ler...O Alverca empatou e a Angela foi ver...comigo :)
Quarta-feira, Setembro 10, 2003
Coisas do Encalhado
Bolas! 800!
A sério! 800!
Leste bem! 800!
Sim! Com esses zeros todos!
Meu amigo és um best seller! Estás condenado...
A sério! 800!
Leste bem! 800!
Sim! Com esses zeros todos!
Meu amigo és um best seller! Estás condenado...
Terça-feira, Setembro 09, 2003
Espinhos...
Pergunto a mim mesma porque razão andei todo o santo dia com o raio de umas sandálias que têm tanto de desconforto como de absurdamente caras?!
Masoquismo feminino já se vê...
Masoquismo feminino já se vê...
Segunda-feira, Setembro 08, 2003
A vida leva e traz de volta...
- Olha! Uma chamada para ti! É um tal...
-Hum? Quem? Não devia ser quem pensei. - Estou? Do outro lado- Olá, lembraste de mim? Sou...Enganei-me. Era ele mesmo! Quantas vezes tinha imaginado este momento? Quantas vezes idealizei esta nossa conversa? Quantos anos tinham passado? Talvez sete ou oito. Passado uns tempos deixamos de contar porque a vida é mesmo assim. Tudo perde importância senão for cuidada, alimentada. Ou pelo menos assim tinha pensado. Estava errada... O meu coração comecou estupidamente a bater mais depressa. Não sabia o que lhe dizer. - X? Não estou a ver... Que aldrabona! Que full of shit! Devia ser trespassada por um raio!...- Ah, já estou a ver...olá, como estás? Que raio lhe iria dizer? Porque me estaria a ligar? Enfim...o trabalho tinha-nos feito cruzar novamente. A conversa saiu. Fluída, fácil...Às tantas, ele pede desculpa. Tinha sido um parvo. Pois. Conta-me outra novidade! - Já passou. Já não tem importância. Que queria ele que lhe respondesse? - Olha!Não ouve um único dia que te esquecesse. És o meu único grande amor? Sou uma chaga sem ti?! Por Deus, não há vida para tanto desperdício! Aí, com suas palavras, confesso que vacilei um pouco. Senti-me desconfortável. Estava a relembrar algo que tanto tinha lutado para ultrapassar. Afinal ele fora o meu primeiro amor da idade madura, digo eu...
Lembro-me da nossa última conversa. Estava chateada. Pior! Estava a tentar cobrar algo que sabia de antemão, nunca ser possível cobrar...o seu tempo. Pois, o tempo nunca fora muito meu amigo, ou seja, o tempo dele não era para mim. Sabe lá Deus para o que seria. Para mim não era concerteza. Naquele dia decidi atacar. Perguntar afinal o que era eu para ele. Eu já sabia...mesmo assim perguntei. Nunca se é masoquista o suficiente... Não me lembro da sua resposta. Sei que se desligou com violência. E isso foi tudo. Nunca mais olhei para trás. Não houve chamada de volta, nem minha nem dele. Hoje dou graças por ter tido esse "savoir faire". Acho que me salvou de uma humilhação adjacente. Depois foi uma verdadeira carga de trabalhos. A recuperação...eu gostava dele a sério. Tinha-lhe dito que o amava! Algures em Belém. Haviam de ver a sua reacção. Foi nenhuma! Nada! Continuou a girar o botão do rádio como se lhe tivesse dito outra barbaridade qualquer. Enfim, só um cego nao via...
Hoje ao voltar a falar com ele, deixou-me a pensar. Merda!
Ponto 1: Ainda consegue mexer comigo. Vá para o raio que o parta! Perguntou se eu já era casada...o desplante! O pior é que também quis saber dele. Está solteiro! Merda!
Ponto 2: Sua estúpida! Não aprendeste já? Realmente que gozo do caraças que deve ser ver-te novamente apanhadinha...estúpida! E ponto final...
Não consigo evitar a minha curiosidade. É natural. Talvez esteja já feio e gordo. Talvez consiga vê-lo e sair incúme. Eu era uma miúda. Olhava-me do alto dos seus vinte e tal anos...eu, uma tola apaixonada, crua nestas coisas do coração. Tenho curiosidade. É um direito que me assiste. Foi uma paixão a valer. Por ele nesse mesmo ano e seguinte, não houve passagem de ano nem praia que valesse a pena. Estava vazia de tristeza. Tudo um terror. Tudo uma esquizofrenia descomunal. O mais engraçado é que devia estar hoje de férias. Não era suposto receber o seu telefonema. Deixou morada e telefone. O Pipi faz de sombra e fantasma. Jesus! A vida é estranha, não vos parece?
-Hum? Quem? Não devia ser quem pensei. - Estou? Do outro lado- Olá, lembraste de mim? Sou...Enganei-me. Era ele mesmo! Quantas vezes tinha imaginado este momento? Quantas vezes idealizei esta nossa conversa? Quantos anos tinham passado? Talvez sete ou oito. Passado uns tempos deixamos de contar porque a vida é mesmo assim. Tudo perde importância senão for cuidada, alimentada. Ou pelo menos assim tinha pensado. Estava errada... O meu coração comecou estupidamente a bater mais depressa. Não sabia o que lhe dizer. - X? Não estou a ver... Que aldrabona! Que full of shit! Devia ser trespassada por um raio!...- Ah, já estou a ver...olá, como estás? Que raio lhe iria dizer? Porque me estaria a ligar? Enfim...o trabalho tinha-nos feito cruzar novamente. A conversa saiu. Fluída, fácil...Às tantas, ele pede desculpa. Tinha sido um parvo. Pois. Conta-me outra novidade! - Já passou. Já não tem importância. Que queria ele que lhe respondesse? - Olha!Não ouve um único dia que te esquecesse. És o meu único grande amor? Sou uma chaga sem ti?! Por Deus, não há vida para tanto desperdício! Aí, com suas palavras, confesso que vacilei um pouco. Senti-me desconfortável. Estava a relembrar algo que tanto tinha lutado para ultrapassar. Afinal ele fora o meu primeiro amor da idade madura, digo eu...
Lembro-me da nossa última conversa. Estava chateada. Pior! Estava a tentar cobrar algo que sabia de antemão, nunca ser possível cobrar...o seu tempo. Pois, o tempo nunca fora muito meu amigo, ou seja, o tempo dele não era para mim. Sabe lá Deus para o que seria. Para mim não era concerteza. Naquele dia decidi atacar. Perguntar afinal o que era eu para ele. Eu já sabia...mesmo assim perguntei. Nunca se é masoquista o suficiente... Não me lembro da sua resposta. Sei que se desligou com violência. E isso foi tudo. Nunca mais olhei para trás. Não houve chamada de volta, nem minha nem dele. Hoje dou graças por ter tido esse "savoir faire". Acho que me salvou de uma humilhação adjacente. Depois foi uma verdadeira carga de trabalhos. A recuperação...eu gostava dele a sério. Tinha-lhe dito que o amava! Algures em Belém. Haviam de ver a sua reacção. Foi nenhuma! Nada! Continuou a girar o botão do rádio como se lhe tivesse dito outra barbaridade qualquer. Enfim, só um cego nao via...
Hoje ao voltar a falar com ele, deixou-me a pensar. Merda!
Ponto 1: Ainda consegue mexer comigo. Vá para o raio que o parta! Perguntou se eu já era casada...o desplante! O pior é que também quis saber dele. Está solteiro! Merda!
Ponto 2: Sua estúpida! Não aprendeste já? Realmente que gozo do caraças que deve ser ver-te novamente apanhadinha...estúpida! E ponto final...
Não consigo evitar a minha curiosidade. É natural. Talvez esteja já feio e gordo. Talvez consiga vê-lo e sair incúme. Eu era uma miúda. Olhava-me do alto dos seus vinte e tal anos...eu, uma tola apaixonada, crua nestas coisas do coração. Tenho curiosidade. É um direito que me assiste. Foi uma paixão a valer. Por ele nesse mesmo ano e seguinte, não houve passagem de ano nem praia que valesse a pena. Estava vazia de tristeza. Tudo um terror. Tudo uma esquizofrenia descomunal. O mais engraçado é que devia estar hoje de férias. Não era suposto receber o seu telefonema. Deixou morada e telefone. O Pipi faz de sombra e fantasma. Jesus! A vida é estranha, não vos parece?
Piadas de fim de tarde...
- Mãe! Mãe! Compras-me uma enciclopédia?
- Não senhor...vais a pé como os outros!
- Não senhor...vais a pé como os outros!
Domingo, Setembro 07, 2003
Migo...
Sei que devia ter sido eu a ligar-te! A puxar por ti, mas não liguei. Desculpa. Notei a tua ausencia.
Li o encalhado. Percebi o que fizeste nestes dias...
Um dia virá em que já não faz mais sentido...
Li o encalhado. Percebi o que fizeste nestes dias...
Um dia virá em que já não faz mais sentido...
Dúvida de fim de semana
Pá! Isto de cairem pontes é normal?!!!
Sexta-feira, Setembro 05, 2003
Dualidades
Sinto-me tentada a admitir minha derrota. Que me importa já?
Felizes os livres.
Felizes os sem alma.
Felizes os livres destes estados de alma.
Felizes os inconscientes descontentes.
Felizes de quem não sente.
Felizes de quem não quer e pode.
Infeliz de quem sente, quer e não pode.
Infeliz de quem em consciencia ama e sente.
Infeliz de quem de alma atormentada se sente prisioneiro sem esperança.
Infeliz de quem nada o conforta.
Infeliz...assim...tal como eu...
Felizes os livres.
Felizes os sem alma.
Felizes os livres destes estados de alma.
Felizes os inconscientes descontentes.
Felizes de quem não sente.
Felizes de quem não quer e pode.
Infeliz de quem sente, quer e não pode.
Infeliz de quem em consciencia ama e sente.
Infeliz de quem de alma atormentada se sente prisioneiro sem esperança.
Infeliz de quem nada o conforta.
Infeliz...assim...tal como eu...
Quinta-feira, Setembro 04, 2003
BARRANCOS
Este que vos escreve esteve lá.
E já lá vai há muito tempo, desde que se conhece. E não é só às festas que tiveram a preponderância de 30 minutos de telejornais, com direito a directos e tudo. Digo tiveram porque espero que não voltem a ter.
Eu explico:
Antes de toda esta polémica, toda a gente sabia do que se passava em Barrancos no final de Agosto. Havia uma tal de "novilhada popular" onde se matavam touros. Passava na televisão e tudo, naquele programa de tauromaquia que dava aos domingos de manhã. Um dia, algum pateta lembrou-se que aquilo realmente existia e vai daí toca a tocar a alvorada para ver se alguém pegava...pegou.
E Barrancos, que nos seus dias normais não ultrapassa as 2100 pessoas, vê-se a braços com uma enxurrada de 45000 pessoas espalhadas pelas suas ruas, dormindo no chão, nos carros e no lixo.
E vinham apoiar a coisa...diziam...eu apostava mais que vinham pela galhofa que era ver 500 ou mais barranquenhos a serem mordidos pelos cacetetes da polícia se a coisa não fosse feita. E acontecia. Garanto-vos.
Mas quem vem a primeira vez e sem indicações, não volta...Não volta porque a praça é minúscula, os lugares estão todos já marcados e só se consegue ver por nesgas entre o mar de barranquenhos que se juntam para cumprir a sua tradição. Quem lá vai, assim, de páraquedas, tem de se contentar em ouvir o barulho e embebedar-se com a bebida turística de lá...Tinto de Verano...e deleitam-se com aquele néctar semi-alcoólico industrializado e espanhol que lhes vendem e que dá uma caganeira que só vos digo.
E é ver os betos (sim, porque é IN ir e ser visto em Barrancos, atrás das câmaras de TV ) todos com a roupinha de gala do primeiro dia toda cagada, de vómitos e outras coisas não menos nojentas, a cairem para o lado e a tropeçarem ébrios com uma bebida que nem alcóol tem...
Aquilo é giro...ainda se dá umas belas gargalhadas...
Bute todos lá para o ano?? É que não me apetece mais escrever sobre isto...porque dava um livro...
E já lá vai há muito tempo, desde que se conhece. E não é só às festas que tiveram a preponderância de 30 minutos de telejornais, com direito a directos e tudo. Digo tiveram porque espero que não voltem a ter.
Eu explico:
Antes de toda esta polémica, toda a gente sabia do que se passava em Barrancos no final de Agosto. Havia uma tal de "novilhada popular" onde se matavam touros. Passava na televisão e tudo, naquele programa de tauromaquia que dava aos domingos de manhã. Um dia, algum pateta lembrou-se que aquilo realmente existia e vai daí toca a tocar a alvorada para ver se alguém pegava...pegou.
E Barrancos, que nos seus dias normais não ultrapassa as 2100 pessoas, vê-se a braços com uma enxurrada de 45000 pessoas espalhadas pelas suas ruas, dormindo no chão, nos carros e no lixo.
E vinham apoiar a coisa...diziam...eu apostava mais que vinham pela galhofa que era ver 500 ou mais barranquenhos a serem mordidos pelos cacetetes da polícia se a coisa não fosse feita. E acontecia. Garanto-vos.
Mas quem vem a primeira vez e sem indicações, não volta...Não volta porque a praça é minúscula, os lugares estão todos já marcados e só se consegue ver por nesgas entre o mar de barranquenhos que se juntam para cumprir a sua tradição. Quem lá vai, assim, de páraquedas, tem de se contentar em ouvir o barulho e embebedar-se com a bebida turística de lá...Tinto de Verano...e deleitam-se com aquele néctar semi-alcoólico industrializado e espanhol que lhes vendem e que dá uma caganeira que só vos digo.
E é ver os betos (sim, porque é IN ir e ser visto em Barrancos, atrás das câmaras de TV ) todos com a roupinha de gala do primeiro dia toda cagada, de vómitos e outras coisas não menos nojentas, a cairem para o lado e a tropeçarem ébrios com uma bebida que nem alcóol tem...
Aquilo é giro...ainda se dá umas belas gargalhadas...
Bute todos lá para o ano?? É que não me apetece mais escrever sobre isto...porque dava um livro...
Quarta-feira, Setembro 03, 2003
BEL DE VOLTA!!
Pois é meus amigos. O gajo mais chato e aborrecido do planeta está de volta...que querem? É triste eu sei...voltar de férias é mau comó caraças...até já me dói a consciência de não fazer nada novamente durante mais um ano inteirinho...e receber por isso!! ehehehehe adoro isto!
Um abraço a todos e bem vindo quem vier por bem!
Um abraço a todos e bem vindo quem vier por bem!
Segunda-feira, Setembro 01, 2003
Bel! não estavas mas devias estar!!!
Pronto! The place to be! Admito!
Há muito que não via um dia a nascer...
Há muito que não via um dia a nascer...